Cacique preso por Moraes é evangélico e conhecido como pastor; filho dá testemunho

Foto: Reprodução/Youtube

Foi preso na tarde de ontem (12) José Acácio Serere Xavante, mais conhecido simplesmente como “Cacique Tserere”, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), após um pedido feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

O índio se tornou uma figura de forte liderança entre os vários grupos indígenas que aderiram aos protestos contra a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a Presidência da República, o que lhe rendeu a fama e admiração, também, por parte dos manifestantes em geral.

A prisão do Cacique Tserere desencadeou uma onda de protestos na noite de ontem, em Brasília. Alguns manifestantes disseram que o índio foi preso injustamente, chegando a sofrer violência, pois nunca teria incitado qualquer ato de violência.

Em seu perfil oficial numa rede social, o Supremo Tribunal Federal (STF) comunicou que a prisão do indígena é temporária, pelo prazo de 10 dias, e que ele foi preso “por indícios da prática de crimes em atos antidemocráticos.”

“Segundo a PGR, Serere Xavante vem se utilizando da sua posição de cacique para arregimentar indígenas e não indígenas para cometer crimes, mediante ameaça de agressão e perseguição do presidente eleito e de ministros do STF”, diz o comunicado.

Fonte Gospel +

 

 

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