Casamento homossexual é criticado por Padre que defende a Bíblia

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Paulo Antônio Müller, padre da Paróquia de Tapurah, no Mato Grosso, gerou polêmica ao criticar o casamento homossexual à luz da Bíblia e foi acusado por ativistas de pregar a homofobia no templo.

Neste último domingo (13), durante a Pastoral da Família, o pároco citou o repórter global que prestou uma homenagem de Dia dos Namorados ao seu companheiro, no encerramento da edição do RJTV de 12 de junho.

– Vamos pedir a Deus que possamos viver bem esse tempo e sempre nos lembrar [de] que a gente namora não para a gente, namora para o outro. A gente faz o namoro não como a Globo apresentou essa semana, dois v*****. Desculpa, dois v*****. […] Ridículo! Por favor, [que] esta não seja a sua cabecinha também, tá? Nem do seu filho, nem da sua filha – declarou o padre.

Em seguida, o padre Müller se referiu à criação, descrita no livro de Gênesis, para embasar a ideia de casamento entre homem e mulher.

– Pega a Bíblia e olha o livro [de] Gênesis: Deus criou o homem e a mulher […] Isso que é casamento. Que chamem a união de dois v***** e de duas lésbicas de qualquer coisa, mas não de casamento, por favor! Isso é falta de respeito para com Deus. Isso é sacrilégio, é blasfêmia! Casamento é coisa bonita e digna. […] O sentimento, o amor é entre homem e mulher, marido e mulher – finalizou o padre.

Homofobia é crime

Infelizmente, ainda hoje, assim como o Padre Paulo Antônio Müller, existem pessoas que têm aversão à comunidade LGBTQIA+ e que renegam a existência da classe na sociedade por puro preconceito. Desde junho de 2019, é previsto por lei que homofobia é considerado crime no Brasil. O ato criminoso é punido através da Lei de Racismo (7716/89), que hoje prevê crimes de discriminação ou preconceito por “raça, cor, etnia, religião e procedência nacional”.

Fonte- Pleno News e Catacra Livre

 

 

 

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