Versículo do dia
Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da que está grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas.

Centro de produção em São José vai fortalecer a agricultura familiar

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672015093512Moradores de comunidades do distrito de Maria Quitéria, que têm na agricultura familiar sua fonte de geração de renda, comemoraram na manhã deste domingo, 5, a inauguração do Centro de Beneficiamento Júlio Martins de Oliveira Neto, na localidade de Carro Quebrado.

 

Mais de 150 famílias serão beneficiadas da produção de polpas de frutas, sequilhos e compotas. Elas são cadastradas na Associação dos Produtores de Agricultura Familiar e Economia Solidária de Feira de Santana.

 

O prefeito José Ronaldo de Carvalho prestigiou o ato, acompanhado dos secretários municipais de Agricultura, Welligton Andrade, e de Governo, Paulo Aquino. Além desse centro de beneficiamento, existem equipamentos semelhantes nos distritos da Matinha, Governador João Durval Carneiro (Ipuaçu), o que contempla aproximadamente 350 famílias.

 

Os itens produzidos são destinados à merenda escolar, bem como são comercializados em mercados e feiras-livres. “Esses equipamentos proporcionam ao homem do campo trabalhar e obter a sua renda”, disse Jurandir Carvalho, coordenador da Agricultura Familiar.

 

O secretário Welligton Andrade ressaltou que a agricultura familiar é prioridade no Mundo e, antes de desejar que “esse empreendimento prospere e dê bons resultados para a vida de cada um dos beneficiados”, falou do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA, implantado no município no segundo governo de José Ronaldo.

 

“Neste ano teremos uma colheita de 3 milhões de grãos de milho e feijão, que é resultado do trabalho do pequeno agricultor. Esse que tira de cada calo nos dedos e o suor do rosto, o seu sustento”, disse.

 

José Ronaldo reconheceu que o Centro de Beneficiamento é um projeto social “bonito e que tem tudo para dar certo”, uma vez que “comida é indispensável, é só produzi-la que vende”. Ele recordou e comentou casos de pessoas que se dedicam a produzir beijus, sequilhos e compotas, entre outros, e conseguem tirar daí sua fonte de sobrevivência.

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