Com linda história de superação, Alison agradece: “Deus é bom”

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A trajetória do brasileiro Alisson dos Santos até o pódio dos Jogos de Tóquio foi de muita superação, emoção e fé. O medalhista de bronze da prova dos 400 metros vem vencendo desafios desde que era um bebê e sofreu um acidente doméstico com óleo quente que lhe causou queimaduras de terceiro grau.

As marcas do acidente quase o impediram de entrar no atletismo devido à sua resistência em se expor, mas o paulista deu a volta por cima e hoje deixa a sua própria marca na história do esporte brasileiro.

O barreirista foi descoberto aos 14 anos de idade durante uma visita de professores ao projeto social do Instituto Edson Luciano Ribeiro a escolas da cidade São Joaquim da Barra (SP). Na época, Alison praticava judô, e seu porte físico de 1,85m impressionou os instrutores, que o convidaram para conhecer o atletismo. Tímido, Alison não aceitou o convite, e só agarrou a chance quando a oportunidade foi oferecida novamente.

– Mas ele era tão tímido por causa da queimadura, que só ia de boné. Ele morria de vergonha – recordou Ana Fidélis, primeira treinadora de Alison, em entrevista ao portal Uol.

A trajetória do brasileiro Alisson dos Santos até o pódio dos Jogos de Tóquio foi de muita superação, emoção e fé. O medalhista de bronze da prova dos 400 metros vem vencendo desafios desde que era um bebê e sofreu um acidente doméstico com óleo quente que lhe causou queimaduras de terceiro grau.

As marcas do acidente quase o impediram de entrar no atletismo devido à sua resistência em se expor, mas o paulista deu a volta por cima e hoje deixa a sua própria marca na história do esporte brasileiro.

– Mas ele era tão tímido por causa da queimadura, que só ia de boné. Ele morria de vergonha – recordou Ana Fidélis, primeira treinadora de Alison, em entrevista ao portal Uol.

Alison, porém, conseguiu superar a timidez e encontrar no esporte uma paixão de vida. Hoje aos 21 anos, o atleta conhecido como “Piu” é o terceiro melhor da história da prova dos 400m com barreiras, finalista mundial de 2019 e medalhista de ouro no Pan de 2019.

Seja em suas vitórias e derrotas, altos e baixos, ele faz questão de destacar a sua fé e confiança na bondade divina:

– Eu saí de casa e só vou voltar quando cumprir a missão que foi dada, para buscar o que nos pertence. Somos medalhistas olímpicos seus malvadões. Obrigado por tudo, Deus é bom o tempo todo lembrem-se disso – reiterou a frase que o acompanha, após a vitória desta terça-feira (3).

Pleno News  Foto: Gaspar Nóbrega/COB

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