Conselho de Defesa Civil recomenda situação de emergência

Share on facebook
Share on twitter
Share on google
Share on whatsapp

992014153135O  município de Feira de Santana deve decretar estado de emergência nos próximos dias. A iniciativa partiu do Conselho Municipal de Defesa Civil em virtude da falta de água para o consumo humano na zona rural. A reunião, em caráter extraordinário para debater o tema, aconteceu na manhã desta terça-feira, 9, no auditório da Secretaria de Prevenção a Violência e Promoção dos Direitos Humanos.
O pedido, que foi aceito por unanimidade entre os presentes, será encaminhado para o prefeito José Ronaldo de Carvalho, que oficializará o decreto. Feira de Santana está entre as 110 cidades da Bahia em situação de emergência, conforme decreto do Governo do Estado, válido por três meses.

 

O decreto, no âmbito municipal, vai ter um prazo de seis meses, e tem como principal fator as dificuldades no abastecimento das mais de 1.200 cisternas cadastradas na Secretaria Municipal de Agricultura e Recursos Hídricos. Elas servem para manter as necessidades de diversas famílias de comunidades espalhadas nos oito distritos de Feira de Santana.

 

Segundo o secretário de Agricultura, Ozeny Moraes, a situação da zona rural ainda é preocupante. “Nos últimos anos só agravou a questão da estiagem. E para amenizar foram construídas cisternas de armazenamento, com o abastecimento através de carros pipas”, afirmou.

 

Atualmente o trabalho é realizado com cinco carros pipas disponibilizado pelo município. O decreto vai possibilitar o apoio do Exército Brasileiro, com mais cinco veículos, possibilitando dar maior abrangência ao atendimento a população que sofre com a chamada “seca verde”, quando as chuvas só servem para a produção de alimentos, mas não abastecem as represas e tanques.

 

“A nossa decisão é a respeito da prorrogação do convênio com o Governo Federal, para que o abastecimento não diminua. Por isso convocamos os conselheiros com esta finalidade única”, declarou o secretário de Prevenção a Violência e presidente do Conselho, Mauro Moraes.

 

Secom

OUTRAS NOTÍCIAS