Daciolo diz que autonomia do Banco Central é preparação para a Nova Ordem Mundial

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Divulgação SBT

Ele surpreendeu o país na última eleição presidencial, em 2018, quando superou em número de votos candidatos como Marina Silva e Ciro Gomes, velhos caciques da política nacional, ficando na 6ª colocação. Agora, o Cabo Daciolo, como é conhecido, voltou aos holofotes da imprensa após comentários sobre a autonomia do Banco Central.

A autonomia do Banco Central é uma pauta antiga em discussão no Congresso Nacional. Com a vitória de Arthur Lira (PP-AL) para a presidência da Câmara no começo desse mês, a pauta foi colocada em votação e terminou aprovada pelo Parlamento, seguindo agora para o Senado.

Para Daciolo, no entanto, “nós vamos estar caminhando, infelizmente, a passos acelerados da Nova Ordem Mundial”. Para o ex-candidato à presidência, a autonomia do BC tornará mais fácil o controle externo sobre a economia do país através do setor privado.

Conforme especulam os teóricos da Nova Ordem Mundial, para o estabelecimento de um governo mundial único é preciso haver o controle absoluto das economias nacionais, onde os países (governos locais) estariam subordinados a um regime político-cultural dominante.

Mas, para o engenheiro, mestre em engenharia nuclear, teólogo, escritor e doutor em Economia Rubens Teixeira, que também é evangélico, a autonomia do BC é uma medida necessária porque evitará que o Banco seja utilizado por interesses político-ideológicos, e não apenas econômicos.

“A autonomia de instituições de Estado é importante para tentar evitar interferências políticas, em especial em momentos de crise. Pretende-se impedir que, por questões políticas, com propósitos eleitorais, ou qualquer outro, essas instituições sejam obrigadas a desprezar soluções técnicas”, disse ele ao Gospel Prime.

Ainda segundo o Dr. Teixeira, existem também marcos regulatórios que definem o tipo de autonomia do BC, o que em tese submete o controle sobre o Banco aos interesses nacionais. Para o economista, portanto, se trata de um caminho necessário, ainda que amargo.

“Há decisões que são como remédios amargos, mas são necessárias para evitar efeitos econômicos perversos, como a inflação e a estagnação econômica que causam sofrimento e desorganização na sociedade, gerando desemprego, sofrimento e até mortes de pessoas mais humildes”, disse ele. Veja abaixo o vídeo de Daciolo:

Gospel +

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