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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 02/10/2019

Dança é arma contra depressão para idosos

Dançar, sem dúvidas, é a melhor arma para prevenir ou combater a depressão que atinge cada vez com mais frequência os idosos. E é também um excelente mecanismo de reintegração da pessoa na terceira idade ao convívio social, promovendo a autoestima através de um envelhecimento saudável e com dignidade.

 

A análise é da coordenadora do Centro de Convivência para Idosos Dona Zazinha Cerqueira, Tilda Brasileiro, ao observar o resgate da autoestima dos idosos que frequentam o equipamento da Prefeitura, mantido através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social. O equipamento funciona em instalações própria, à rua Itacarambi, s/n, transversal da rua Macário Cerqueira, vizinho ao Centro de Cultura Maestro Miro, no bairro Muchila.

 

O índice de idosos com depressão dentre um universo de 1.200 cadastrados e 980 que frequentam assiduamente o Dona Zazinha, conforme Tilda Brasileiro, é relativamente alto. “Muitos quando procuram o Dona Zazinha estão com sinais de depressão mas tão logo se integram as atividades de convívio social, principalmente a dança, elevam a autoestima e superam a depressão”, observou.

 

Tanto faz bem que a dança está presente nas atividades que marcam as comemorações pela Semana Municipal do Idoso em Feira de Santana, de 1º a 4 deste mês, em atividades itinerantes realizadas em diversas localidades da cidade.

 

Os efeitos positivos da dança, assim como de outras atividades recreativas que reintegram o idoso à sociedade, também são observados de forma satisfatória pela presidente do Conselho Municipal do Idoso, Cassilda Miranda.

 

Ao observar a integração de idosos de diversas entidades participando das atividades, como dança e ginástica, promovidas no estacionamento da Prefeitura, na manhã desta terça-feira, 01, Cassilda Miranda destacou os efeitos positivos. “A população está envelhecendo e a população feirense deve cobrar cada vez mais ações governamentais que promovam qualidade de vida das pessoas na terceira idade”.

 

Secom