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Dunga critica presença de pastor na concentração da seleção brasileira: “Não permiti”

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unnamed (6)A religião foi um dos assuntos tratados por Dunga durante a coletiva de anúncio dos atletas convocados para os dois primeiros jogos da seleção brasileira nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, contra Chile no dia oito de outubro e Venezuela, no dia 13 do mesmo mês.

 

Durante a sabatina com os jornalistas, o treinador foi questionado sob a presença do pastor evangélico Guilherme Batista no hotel e concentração dos atletas durante os amistosos realizados nos Estados Unidos.

 

Na ocasião, Guilherme postou foto com o próprio Dunga e com jogadores e outros membros da comissão técnica. Nas redes sociais ele agradeceu o convite do meia Kaká e do zagueiro David Luiz. Porém, o comandante do Brasil reprovou a atitude e afirmou que não permitiu a presença do religioso nos locais em que estavam os jogadores.

 

“Eu não permiti. Nem eu, nem Gilmar, nem a Seleção. Na Seleção, as coisas são feitas com transparência. Temos uma sala e os jogadores podem receber os seus familiares e pessoas mais próximas deles. Nada é proibido, mas não é local de exposição religiosa, política. Estamos representando o nosso país”, explicou Dunga.

 

“Quanto ao rapaz colocar as fotos em redes sociais, eu vou explicar aquela imagem. Estava tomando um café e ele pediu para tirar uma foto. Para minha surpresa, quando eu vi nas redes sociais, ele quis induzir o torcedor dizendo que eu era chefe dele. Quanto uma palavra mal colocada pode representar? Avaliamos na Seleção a condição física, tática e técnica. Mas como qualquer um, como meus filhos, quando você erra não terá a cabeça cortada. Se o erro persistir, você precisa tomar uma decisão”, disse o treinador, que teve o coro engrossado pelo coordenador de seleções, Gilmar Rinaldi.

 

“Respeitamos todos os tipos de crenças. A seleção brasileira não é o lugar para esse tipo de manifestação. É claro e simples: a seleção não é o local para fazer a ideologia de A ou B. Respeitamos todas as correntes, apenas achamos que não é o local disso”, afirmou o dirigente.

 

Correio

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