Versículo do dia
Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado.

Facebook censura postagens de Feliciano contra Parada Gay e o pastor processará a rede social

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facebook-e1434633758803As publicações do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) em protesto contra as agressões a símbolos religiosos durante a Parada Gay, no dia 07 de junho, foram censuradas pelo Facebook e apagadas da rede social.

 

Diante disso, Feliciano anunciou que irá processar a empresa por colocar as regras da rede social acima de leis brasileiras, como a Constituição Federal e o Marco Civil da Internet, que preveem a liberdade de expressão e de pensamento.

 

“O Facebook censurou algumas postagens feitas na página oficial do pastor Marco Feliciano?, excluindo publicações sem prévio aviso, bloqueando fotografias e impedindo que as denúncias feitas aqui sejam compartilhadas. Os Padrões de Comunidade do Facebook não são mais importantes que a Constituição brasileira, que garante o direito de livre expressão, também estabelecido pelo Marco Civil da Internet”, escreveu a assessoria do pastor em sua página.

 

Para o staff do líder evangélico, a decisão tomada pelo Facebook desconsiderou também o status de autoridade política de Feliciano, que é deputado federal.

 

“A ação de censura da rede social fere o direito de Liberdade e Livre Manifestação de Pensamento, Liberdade Religiosa e dos estatutos que garantem a manifestação pública de crença e fé. Além disso, as políticas da rede não consideraram a posição de autoridade do parlamentar que essa página representa, desrespeitando o posicionamento político de um deputado federal eleito de forma democrática. Sendo assim, a assessoria do pastor Marco Feliciano comunica que o deputado buscará as autoridades competentes para averiguar a ação da empresa. E entrará com processo contra a empresa”, anunciou.

 

A manifestação do transexual “pregado” a uma cruz, em cima de um trio elétrico durante a Parada Gay tem causado enormes discussões na sociedade. Diversos líderes e pastores se posicionaram de forma crítica à situação, e o caso agora será investigado pelo Ministério Público Federal como “ultraje a símbolos religiosos”.

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