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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 28/08/2018

Feliciano critica decisão da Justiça que permite menores de 14 anos no Queermuseu

Um novo episódio do embate entre os organizadores da famigerada exposição Queermuseu: Cartografias da Diferença na Arte Brasileira levou o pastor Marco Feliciano (PODE-SP) a criticar a decisão tomada por um desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) de permitir a censura livre à reedição da mostra no estado.

 

Quando foi anunciado que o Queermuseu seria reaberto no Rio de Janeiro, o pastor Silas Malafaia solicitou ao Ministério Público que proibisse a visitação para menores de 18 anos, ou indicasse classificação indicativa de idade para a exposição. Na ocasião, ficou definido que os organizadores seriam obrigados a informarem aos visitantes que a exposição era indicada para maiores de 14 anos.

 

Segundo Feliciano, a decisão do desembargador Fernando Foch é “um retrocesso”: “Anteriormente, o juiz Pedro Henrique Alves, da 1ª vara da Infância, da Juventude e do Idoso do Rio de Janeiro, restringiu a visitação de menores de 14 anos, mesmo que acompanhado dos pais. Mas eis que vem o desembargador Fernando Foch e lança essa decisão por terra”, lamentou o pastor.

 

“Em todo mundo civilizado impõe-se restrições a menores impúberes para acesso a qualquer material que possa influenciar seu desenvolvimento. Em qualquer lugar do planeta, criança deve ser tratada como criança. Por isso pergunto: será que esses expositores acreditam que podem acrescentar algo de bom a nossos adolescentes com esse lixo cultural?”, questionou Feliciano, em um artigo publicado pelo portal Pleno News.

 

A crítica do pastor pontuou o conteúdo peculiar da exposição: “O que se vê na mostra é sexo bizarro, misturando humanos com animais, insinuações de pedofilia, também o uso de símbolos religiosos de forma desrespeitosa”, e acrescentou que as manifestações nas obras da mostra “afrontam as pessoas de bem, que militam diariamente na educação dos jovens e veem seu trabalho destruído por essas agressões gratuitas à sua inocência”.

 

“Não vejo como um desembargador, apenas com seu conhecimento jurídico, possa avaliar os danos que possa acarretar a uma criança exposta a esses objetos de cunho sexual bizarro, sem se sujeitar à opinião de psicólogos e educadores. Sinceramente espero que nossa Justiça possa, em estâncias superiores, corrigir essa decisão desfavorável às nossas famílias e evitar esse verdadeiro ataque às nossas crianças”, finalizou o pastor.

 

 

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