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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 26/07/2019

Governador do RJ quer apoio de evangélicos para disputar a presidência em 2022, diz jornalista

Wilson Witzel (PSC), governador eleito do Rio de Janeiro, estaria de olho na presidência da República e, segundo a imprensa fluminense, já trabalha para atrair o apoio do eleitorado evangélico na campanha daqui a pouco mais de três anos.

 

As eleições 2022 vêm despertando a cobiça de muitos políticos no Brasil, mesmo que o pleito esteja distante e o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) tenha apenas sete meses e já acumule algumas vitórias, como a Reforma da Previdência. Assim como Witzel, outros se movimentam nos bastidores, com destaque para o governador paulista, João Doria (PSDB) e Fernando Haddad (PT), derrotado na última eleição.

 

De acordo com informações do jornalista Cássio Bruno, colunista do jornal O Dia, a estratégia ambiciosa de Witzel envolve a candidatura à reeleição do prefeito Marcelo Crivella (PRB-RJ), bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus.

 

“O governador Wilson Witzel (PSC) quer convencer os evangélicos (base eleitoral de Jair Bolsonaro, do PSL) de que sua candidatura à Presidência, em 2022, é viável. O primeiro alvo da estratégia é o grupo do bispo Edir Macedo, que inclui a Igreja Universal e o conglomerado de comunicação da Record. Se o plano der certo, Witzel apoiará a reeleição do prefeito Marcelo Crivella (PRB)”, resumiu Bruno.

 

“Outras lideranças evangélicas estão na mira, como Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, amigo de Pastor Everaldo, chefão do PSC. Mas, caso tudo vá por água abaixo, o plano B de Witzel é Pedro Fernandes, secretário de Educação e filiado ao PSC. Ou seja: a chance de apoiar o deputado estadual Rodrigo Amorim (PSL) para a Prefeitura do Rio no ano que vem é praticamente nula, conforme a Coluna já vem falando há algumas semanas”, acrescentou o jornalista.

 

Todo esse cenário suposto pelo jornalista Cássio Bruno leva em consideração a hipótese de Bolsonaro não disputar a reeleição, já que o relacionamento do presidente com as lideranças evangélicas segue próximo e, inclusive, tem se estreitado ainda mais através da figura do pastor Marco Feliciano (PODE-SP).

 

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