Júri que decidirá se Flordelis é culpada pela morte do marido será dia 09 de maio

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A juíza que conduz o processo contra a ex-deputada federal Flordelis definiu que o júri popular que decidirá se ela é culpada pela morte do marido, pastor Anderson do Carmo, acontecerá no próximo dia 09 de maio.

Flordelis e outras três rés serão julgadas no dia 09 de maio. Os demais cinco acusados serão submetidos ao júri quase um mês antes, em 12 de abril. A decisão de dividir o julgamento em duas sessões foi tomada pela juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói.

O pastor Anderson do Carmo foi executado com mais de 30 tiros na casa da família no dia 16 de junho de 2019. Na sessão do júri do dia 12 de abril serão julgados os filhos da ex-deputada Adriano dos Santos Rodrigues (biológico), André Luiz de Oliveira e Carlos Ubiraci Francisco da Silva (afetivos).

Além deles, o ex-policial militar Marcos Siqueira Costa e sua esposa, Andrea Santos Maia, também serão submetidos ao júri no mesmo dia, de acordo com informações do jornal O Globo.

A segunda sessão de julgamento terá no banco dos réus, além de Flordelis, sua filha biológica, Simone dos Santos Rodrigues (que admitiu planejar o crime por, supostamente, ser abusada sexualmente pelo padrasto); Rayane dos Santos, neta da ex-deputada; e Marzy Teixeira da Silva, filha afetiva.

Derrotas
A defesa de Flordelis apelou ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro numa tentativa de anular a decisão que estabeleceu o formato de júri popular para o julgamento dos réus.

O recurso especial foi apresentado ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro pelas defesas da ex-deputada federal, de sua neta Rayane dos Santos e de sua filha afetiva Marzy Teixeira da Silva.

No entanto, em janeiro deste ano, o desembargador Marcus Basílio considerou que “para a modificação da conclusão a que chegou o Colegiado, conforme pretendem as recorrentes, seria necessário o reexame dos fatos e provas produzidos no processo, o que não é permitido às instâncias superiores, que atuam apreciando apenas questões de direito infraconstitucional e/ou constitucional”.

Gospel +

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