Justiça Federal do Rio revoga prisão de Pastor Everaldo, desde que ele pague R$ 1 milhão de fiança

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Foto de arquivo: Pastor Everaldo na chegada à sede da Polícia Federal em agosto de 2020 — Foto: Reprodução/ TV Globo

A Justiça Federal do Rio aceitou um pedido da defesa do Pastor Everaldo Pereira (PSC) para a revogação de sua prisão preventiva, mas determinou que ele só seja liberado após o pagamento de fiança, fixada no valor de R$ 1 milhão.

Everaldo foi preso sob a suspeita de ser um dos líderes de esquemas de corrupção durante o governo de Wilson Witzel.

Na decisão desta quinta-feira (1º), a juíza Caroline Figueiredo, substituta da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, também determinou que ele cumpra algumas medidas cautelares, como:

uso de tornozeleira eletrônica;
proibição de manter contato com outros investigados;
proibição de prestar consultoria, administrar ou frequentar as empresas indicadas na denúncia, ainda que informalmente;
proibição de se ausentar do Rio, devendo, inclusive, entregar seu passaporte;
proibição de acessar repartições públicas;
obrigação de comparecer à Justiça quando sua presença for relevante para o processo;
recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga.
Prisão
O Pastor Everaldo Pereira, presidente nacional do PSC, e seus dois filhos, Filipe Pereira e Laércio Pereira, foram presos em agosto de 2020 na Operação Tris in Idem, que também determinou o afastamento do cargo do governador Wilson Witzel.

Pastor Everaldo foi citado na delação premiada do ex-secretário de saúde, Edmar Santos, por conta da influência dele no Palácio Guanabara. O ex-secretário foi preso por corrupção. Segundo a delação, era o pastor Everaldo quem mandava na saúde.

G1

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