Liberdade: missionária americana é deportada da Coreia do Norte

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21A Coreia do Norte deportou nesta quinta-feira (9) uma cidadã americana acusada de conspirar e fazer propaganda contra o regime de Kim Jong-un durantes viagens feitas ao país nas últimas duas décadas, sob o pretexto de realizar trabalhos humanitários.

 

Sandra Suh, americana de origem coreana, trabalhou em projetos de ajuda humanitária na Coreia do Norte desde 1998, explicou o governo de Pyongyang em comunicado divulgado nesta quinta-feira pela agência de notícias estatal “KCNA”.

 

Segundo o governo, Sandra teria “se dedicado a realizar propaganda no exterior contra a Coreia do Norte produzindo e enviando em segredo fotografias e vídeos” nos quais mostrava sua “repugnância” contra o regime comunista.

 

A Coreia do Norte afirmou que a acusada admitiu seus “crimes” e pediu desculpas. A decisão de deportá-la, em vez de adotar uma punição maior, foi tomada “por causa de sua avançada idade”.

 

Por enquanto não se sabe a idade de Sandra, fundadora da organização humanitária cristã Wheat Mission Ministres, criada em 1989 na cidade americana de Los Angeles, segundo indica o site da entidade. O portal, no entanto, não atribui à missionária um cargo específico na ONG.

 

A organização mantém vários projetos de fornecimento de alimentos e outros produtos básicos na Coreia do Norte, um país que sofre escassez desde a grande crise sofrida nos anos 90.

 

Nos últimos anos, a Coreia do Norte acusou vários missionários estrangeiros de realizar atividades contra o regime ou de propagar ilegalmente no país ideias e textos religiosos.

 

Em 2014, Pyongyang libertou três cidadãos americanos, Jeffrey Edward Fowle, Kenneth Bae e Matthew Todd Miller, detidos por diversos delitos contra o regime do ‘líder supremo’ Kim Jong-un.

 

Fonte: G1

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