Lula celebra mortes por coronavírus como forma de provar ideologia de esquerda; Pastores reagem

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O ex-presidente Lula (PT) fez uma afirmação sobre a pandemia de coronavírus e um suposto benefício político que a crise trouxe para os partidos de ideologia de esquerda que está sendo amplamente repudiado nas redes sociais.

Criticando a política econômica de viés liberal adotada pelo governo do presidente Jair Bolsonaro, coordenada pelo ministro Paulo Guedes, o político petista afirmou que as privatizações propostas são o desmonte do Estado, e celebrou o fato de que a pandemia teria potencial de interromper esse processo.

“Ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus para que as pessoas enxerguem, que os cegos comecem a enxergar que apenas o Estado é capaz de dar a solução a determinadas crises”, afirmou Lula.

A declaração do petista parte do pressuposto que a população esqueceria como as empresas estatais brasileiras foram usadas para promover corrupção e servir ao projeto de perpetuação de seu partido no poder, além de registrarem prejuízos ano após ano por má administração.

O pastor Yago Martins, escritor e youtuber, usou as redes sociais para criticar a declaração do ex-presidente, que estaria apelando a uma “política da morte”, em que se destaca “o louvor da morte em nome da ‘educação política’ em prol do Estado”.

A psicóloga Marisa Lobo comentou o episódio atribuindo psicopatia ao ex-presidente: “Como pode um ‘ser humano’ comemorar uma PANDEMIA? Pode. Os psicopatas para atingir um opositor, podem matar milhares”, publicou no Twitter.

“E se fosse o presidente Jair Bolsonaro que tivesse dito que gostou de 321.459 mortes no mundo até o momento, apenas para provar sua ideologia política? Caiu a máscara! Lula é quem age como um genocida insensível, por enquanto que o presidente trabalha dia e noite pela saúde da população!”, comentou o pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo Republicanos.

Gospel +

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