Versículo do dia
Mas a misericórdia do Senhor é de eternidade a eternidade sobre aqueles que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos; sobre aqueles que guardam o seu concerto, e sobre os que se lembram dos seus mandamentos para os cumprirem.

Mais pastores afirmam que cristianismo e islamismo são semelhantes

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xmuculmano-301x200.jpg.pagespeed.ic.ekbgit36rfPastores evangélicos estão cada vez mais aceitando o Islã como uma religião não violenta (com exceção de uma minoria ínfima). Muitos ainda o consideram “espiritualmente bom”. Embora a maioria dos líderes ainda considere o Islã “perigoso”, um segmento crescente acredita que o Islã é semelhante ao cristianismo.
Essa é a conclusão da nova pesquisa realizada pelo Instituto LifeWay Research, especializado em pesquisas sobre religião nos Estados Unidos.

 
Trinta e quatro por cento do público norte-americano em geral considera as duas religiões “similares”. Os americanos estão divididos quando questionados se cristãos e muçulmanos servem ao mesmo Deus – 46 % dizem que sim e 47% responderam que não.

 
Ao mesmo tempo, dois terços dos pastores (66%) concordam com a afirmação “cristianismo e islamismo devem procurar a coexistir”.

 
A mudança do ponto de vista de alguns pastores com relação ao Islã é uma das principais constatações da pesquisa, que investigava a ideia de “islamofobia”. Os números oficias são contrastados com uma pesquisa similar feita em 2010.
“Para entender os dados, você precisa lembrar que os pastores evangélicos não pensam todos da mesma forma”, disse Ed Stetzer, diretor-executivo da LifeWay Research. “As opiniões estão polarizando em mais de uma direção.”

 

 
Stetzer explica que a maioria está vendo o Islamismo de maneira mais positiva, mas em alguns aspectos percebem uma radicalização que não se tinha notícia antes. Dependendo da denominação, a aceitação é maior ou menor das outras religiões como um todo. As denominações mais liberais (luteranas, metodistas e presbiterianas, por exemplo) tem uma percepção mais positiva. Já as igrejas pentecostais em geral são menos abertas a aceitar os muçulmanos como membros de uma religião “boa”. Há uma pequena percentagem de pastores entrevistados que diante das perguntas afirmou: “não sei”.

 

 
“Quando perguntamos se o Islã é relevante hoje, é por que ele aparece regularmente nos noticiários. O que é talvez seja mais interessante é que a maioria da cobertura é negativa, mas um grupo de pastores passou a ter uma percepção mais positiva”, destaca Stetzer

 

 

Gospel Prime

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