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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 25/01/2019

Malafaia vira réu por improbidade e aponta perseguição religiosa

O pastor Silas Malafaia se tornou réu numa ação de improbidade administrativa proposta pelo Ministério Público do Rio de Janeiro e aceita pela juíza Mirela Erbisti, da 3ª Vara de Fazenda Pública do Rio. O caso envolve a realização da Marcha Para Jesus em 2012.

 

Malafaia se tornou réu na ação por ser o presidente do Conselho dos Ministros Evangélicos do Rio de Janeiro (Comerj). Também respondem ao processo o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM), Guilherme Schleder, ex-secretário-chefe da Casa Civil; o Município e o Comerj.

 

A denúncia feita pelo Ministério Público aponta que a prefeitura aplicou, sem licitação, R$ 1,6 milhão na Marcha Para Jesus. Segundo informações do portal G1, a decisão foi tomada pela juíza Mirela Erbisti no dia 10 de janeiro, e divulgada na última quinta-feira, 24.

 

Ao aceitar a ação, a magistrada afirma que “há indícios suficientes da participação de cada um dos demandados na prática do ato ímprobo”, e que o pastor Silas Malafaia “teria se locupletado com o evento, eis que era presidente e representante legal da Comerj, esta a beneficiária direta do ato ímprobo”.

 

A juíza diz ainda que Malafaia usou o evento para promover “seu nome pessoal” ao custo de “gasto aparentemente irregular do município”.

 

Já o ex-prefeito Paes, segundo Mirela Erbisti, “deveria zelar pelo bom uso do dinheiro público”, assim como o ex-secretário da Casa Civil.

 

Reação
O pastor Silas Malafaia usou o Twitter para afirmar que está no centro de uma campanha de perseguição religiosa e que a magistrada “não é digna” de usar a toga: “Eu vou mostrar o que é perseguição religiosa de uma juíza em relação à Marcha Para Jesus. Eu vou provar [que] ao aceitar a denúncia contra mim e o Conselho de Pastores, ela já deu a sentença, ao me denegrir ao aceitar”, afirmou o pastor.

 

“Vocês vão ver como é que fazem perseguição religiosa. Essa mulher não é digna de pertencer à Justiça e de vestir uma toga. Ela envergonha o Judiciário. E amanhã eu vou ‘botar para quebrar’. Eu vou mostrar onde é que se vai a perseguição religiosa”, acrescentou o pastor.

 

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