MAP vai além do crochê e da sandália de couro: o artesanato dá espaço a ourives e a esteticista

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on google
Google+
Share on whatsapp
WhatsApp

De panos de pratos pintados à mão, toalhas rendadas, de crochê, e artigos em couro a barbearia à moda antiga, tabacaria, lan house e esteticista. Pois é, no Mercado de Arte Popular (MAP) é possível encontrar diversos serviços, que vão desde a compra de lembrancinhas, de um belo vestido de festa, degustar um lanche ou um bom almoço a relaxar o corpo e a mente.

 

Há dez meses, a esteticista Jacidalva Silva [foto acima] trocou o espaço na rua Domingos Barbosa de Araújo, Centro, pelo MAP. É no primeiro andar que ela oferece limpeza de pele, massagens e depilação. No ambiente climatizado e com uma boa música instrumental, diga-se de passagem, no volume mínimo, ela usa a técnica das mãos e cremes apropriados para fazer movimentos na pele tanto em mulheres quanto nos homens.
Jacy, como é conhecida, conta que muitos deles trabalham na região do comércio e, com isso aproveitam o intervalo no expediente para ir até seu espaço. Os atendimentos são previamente agendados.

 

“No início fiquei um pouco insegura, mas, graças a Deus, meus clientes me acompanharam na mudança de endereço e, nestes dez meses no Mercado de Arte, as portas se abriram com a chegada de outros. Aqui temos uma boa localização, assim como prezo pela estrutura”, afirma Jacy, uma ex-agente de endemias.

 

Ao lado, também no primeiro andar, a cabeleireira Andrea Santos [foto abaixo] faz tranças entre outros penteados afros. Diz que “o serviço é direcionado a cultura negra”. Há seis anos no MAP, ela mantém um bom número de clientes. Seu box é um dos mais movimentados.

 

“O MAP é um espaço de cultura e da arte. Então, isso aqui tem tudo a ver”, diz ao olhar para um longo e cacheado cabelo que estava sendo finalizado pela agilidade de suas mãos.

 

Enquanto isso, no térreo onde estão distribuídos quase a totalidade dos 97 boxes, o artesanato divide espaço com a banca do folheteiro e cordelista Jurivaldo Alves da Silva, onde estão à venda romances, folhetos, além de CDs e cédulas antigas; e a Magalhães Foto, o box de seu Antônio Magalhães, onde aos 85 anos fotografa em 3×4 e oferece serviços de xerox e impressão.

 

“O MAP é um espaço de cultura e da arte. Então, isso aqui tem tudo a ver”, diz ao olhar para um longo e cacheado cabelo que estava sendo finalizado pela agilidade de suas mãos.

 

Enquanto isso, no térreo onde estão distribuídos quase a totalidade dos 97 boxes, o artesanato divide espaço com a banca do folheteiro e cordelista Jurivaldo Alves da Silva, onde estão à venda romances, folhetos, além de CDs e cédulas antigas; e a Magalhães Foto, o box de seu Antônio Magalhães, onde aos 85 anos fotografa em 3×4 e oferece serviços de xerox e impressão.

 

Secom

OUTRAS NOTÍCIAS