Versículo do dia
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Metade dos evangélicos acredita que a Bíblia “não é literalmente verdadeira”, revela estudo

Share on facebook
Share on twitter
Share on google
Share on whatsapp

Um grande estudo, publicado na terça-feira, 8 de setembro e que teve uma preliminar divulgada no começo do mês, mostrou uma visão ampla sobre as crenças dos americanos.

De acordo com estudo realizado pelos Ministérios Ligonier, a maioria dos evangélicos não apoia a visão cada vez mais popular de que a identidade de gênero pode ser escolhida.

O relatório State of Theology 2020, revelou que apenas um em cada cinco (22%) evangélicos dos Estados Unidos acredita que a identidade de gênero é uma escolha.

Mais de dois terços dos evangélicos (67%) “discordam veementemente” do conceito de fluidez de gênero.

O State of Theology (Estado da Teologia) é o estudo semestral dos Ministérios Ligonier sobre as crenças em Deus, a verdade, a Bíblia, a adoração e as questões éticas”, afirmam os autores..

Conduzida em parceria com a Lifeway Research, a pesquisa envolveu 3.002 adultos nos Estados Unidos, incluindo 630 pessoas que professam a fé evangélica.

Examinando mais as crenças evangélicas, descobriu-se que menos da metade (42%) acredita que “Deus aceita a adoração de todas as religiões, incluindo o cristianismo, o judaísmo e o islamismo”.

A grande maioria dos evangélicos (84%) disse que é somente pela fé em Jesus que uma pessoa pode ser considerada justa por Deus, enquanto menos da metade (46%) concorda que “a maioria das pessoas é boa por natureza”.

Mais de três quartos (78%) acreditavam que os cristãos deveriam falar abertamente sobre questões políticas, e a maioria não via conflito entre o cristianismo e a ciência, com apenas 17% concordando que “a ciência moderna refuta a Bíblia”.

No entanto, o estudo descobriu que uma minoria significativa de evangélicos nega a divindade de Jesus Cristo, com quase um terço (30%) concordando que Ele “foi um grande mestre, mas não era Deus”.

As atitudes em relação ao papel do Espírito Santo na salvação também foram um tanto confusas, com apenas 57% acreditando que “o Espírito Santo dá um novo nascimento espiritual ou uma nova vida antes que a pessoa tenha fé em Jesus Cristo”.

De todos os entrevistados, metade (52%) disse que Jesus não era Deus e uma proporção semelhante, ou seja, quase metade (48%) concordou que a Bíblia “não era literalmente verdadeira”.

A maioria assume que a verdade é relativa, com pouco mais da metade de todos os entrevistados (54%) concordando com a afirmação: “A crença religiosa é uma questão de opinião pessoal; não se trata de verdade objetiva.”

O presidente da Ligonier, Chris Larson, disse que a pesquisa deste ano revelou uma “confusão generalizada” sobre o ensino da Bíblia e a realidade de quem é Deus.

“Muitos observaram a tendência dos americanos em direção ao relativismo, e esta pesquisa ajuda a quantificar como esta nação está abandonando totalmente a verdade objetiva”, disse ele.

“Infelizmente, justamente quando a Igreja precisa ser clara e ousada sobre nosso Deus triúno, as Escrituras, o pecado e a salvação, muitos evangélicos estão evidentemente sendo influenciados mais por essa mudança cultural do que pela Palavra de Deus.

“Os cristãos têm a oportunidade de trazer luz e conforto para nossos tempos difíceis, apontando para Jesus Cristo e a autoridade e suficiência da Bíblia. Os resultados desta pesquisa revelam que há muito trabalho a ser feito.

“Oremos por um despertar para nosso santo Deus e para o que Ele revelou sobre Si mesmo e como devemos viver neste mundo.”

Folha Gospel com informações de The Christian Post

OUTRAS NOTÍCIAS