Música gospel vira patrimônio imaterial do Recife, diz nova lei

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A música gospel é, agora, patrimônio imaterial do Recife. É o que determina a Lei nº 18.889, de 5 de janeiro deste ano, sancionada pelo prefeito João Campos (PSB).

Em vigor na cidade desde a publicação no Diário Oficial do município, no sábado (8), a norma pretende valorizar o tipo de música que expressa a crença, individual ou comunitária, predominantemente cristã.

A palavra gospel vem do inglês “god spell”, ou “palavra de Deus”, em português. Com motivo religioso ou até cerimonial, ela tem como tema obrigatório o louvor.

O projeto que originou a nova lei é de autoria do vereador pastor Júnior Tércio (Podemos). O texto foi aprovado em segundo turno pela Câmara dos Vereadores do Recife em dezembro de 2021.

Em suas redes sociais, o parlamentar afirmou que o objetivo principal da música gospel é a evangelização. Ou seja, que as pessoas “confraternizem e conheçam a palavra de Deus”.

Ainda segundo postagens feitas pelo vereador, a assinatura da nova lei “ é o reconhecimento da importância da música gospel para o Recife. É também, acima de tudo, uma vitória do povo de Deus.”

Ele definiu nas redes sociais que a música gospel ou cristã “evangeliza e fortalece os laços familiares, por meio da palavra de Deus”.

Em entrevista ao g1, o parlamentar afirmou que a lei foi inspirada na luta de cantores que atuam na cidade e que são referência nacional no estilo.

“São artistas que precisam ser mais valorizados pelo poder público. Eles nos inspiram a lutar por esse reconhecimento da música gospel, que leva a palavra de Deus”, afirmou.

Sobre os possíveis impactos da lei, o vereador acredita que será um incentivo para contratação desses artistas em eventos públicos.

“Também esperamos contemplação em projetos culturais que estimulem a produção desse conteúdo”, acrescentou.

G 1

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