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Não há política sem Deus, afirma Cabo Daciolo

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xcabo-daciolo-271x200.jpg.pagespeed.ic.yrcQHY7TUd O deputado federal Cabo Daciolo deu uma declaração essa semana que pode fazer com que ele seja expulso do PSOL. Isso porque ele apresentou a proposta de uma emenda constitucional que remete a Deus, e não mais ao povo, o poder máximo conferido pela Constituição.

 

Logo que divulgou seu projeto, Daciolo foi pressionado pelo partido que até divulgou uma carta condenando a ligação entre política e religião e convidando o parlamentar a se retirar do partido.
O deputado até pensou em retroceder, mas acabou apresentando a proposta. “Não existe política sem Deus. O fôlego que está no teu nariz, na minha narina, esse é fôlego de vida. Deus bota e Deus tira, meu amigo”, disse ele em entrevista ao Congresso em Foco.

 

Daciolo se filiou ao PSOL em 2012, depois de ser expulso do Corpo de Bombeiros após liderar uma greve por aumento de salário e melhores condições de trabalho.

 

Ao ser questionado sobre uma possível expulsão, o parlamentar cita as regras internas da legenda para dizer que não pode ser impedido de professar suas crenças. “Já frisei duas vezes em plenário, e pedi para o PSOL lembrar de sua letra ‘L’, da liberdade. Eu quero ser tratado com igualdade e a mesma liberdade que todos os outros parlamentares têm dentro do partido”.

 

Ele não acredita que será expulso e pediu reconsideração sobre sua permanência no partido. “Entrei com um pedido de reconsideração, não cometi qualquer irregularidade dentro do partido. Os artigos de número 5 e de número 90 do estatuto permitem a livre expressão religiosa”, defende.

 

Ao Congresso em Foco, o presidente nacional do PSOL, Luiz Araújo, afirmou que irá estudar o caso de Daciolo com a Comissão Nacional de Ética do PSOL. Mas ele adianta que a postura do parlamentar – que recentemente defendeu os policiais acusados de participarem do desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza – é “incompatível” com as propostas do partido.

 

Gospel +

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