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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 31/10/2018

No Raul Gil, Malafaia reitera repúdio à corrupção e diz que pastor não é dono de voto dos fiéis

O apresentador Raul Gil recebeu o pastor Silas Malafaia em seu programa no SBT e, durante o quadro “Para Quem Você Tira o Chapéu”, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) falou sobre diversos temas, incluindo o envolvimento dos evangélicos com a política, e destacou que pastor não é dono do voto dos fiéis.

 

“Ninguém é dono do seu voto. Se você é trabalhador, seu patrão não é o dono do seu voto. Se é mulher, as feministas não são donas do seu voto. É gay? O ativistas não são donos do seu voto. Se é evangélico, seu pastor não é o dono do seu voto”, enfatizou Silas Malafaia, que presenteou o apresentador com um exemplar de seu livro Silas Malafaia Em Foco.

 

Na brincadeira sobre as personalidades do país, o pastor tirou o chapéu para o juiz Sérgio Moro, o presidente norte-americano Donald Trump e a jurista e deputada estadual eleita com recorde de votos Janaína Paschoal (PSL-SP).

 

Sobre Moro, Malafaia afirmou que Deus “deixa o homem escrever a sua história”, mas há indícios de que Ele interviu na situação do país, juntando o juiz federal com a força tarefa da Operação Lava-Jato, com integrantes do Ministério Público e da Polícia Federal, e aproveitou para estimular os brasileiros a viverem de uma maneira que “faça diferença”.

 

Malafaia não tirou o chapéu para diversos políticos de esquerda, incluindo os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, ambos do PT, a ex-senadora Marina Silva (Rede) – de quem manifestou dúvidas sobre sua confissão de fé evangélica -, e o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), antigo adversário político de Malafaia e autor de projetos como o que prevê a permissão para menores de idade trocarem de sexo sem a autorização dos pais.

 

Malafaia admitiu, também, que já indicou o voto em políticos que depois foram vistos envolvidos em escândalos, e disse que seu comportamento sempre foi cortar relações: “Eu não tenho corrupto de estimação”, sentenciou, acrescentando que fica contrariado quando é cobrado por ter apoiado quem foi denunciado por corrupção. “Se o cara fez coisa errada, eu sou responsável? Eu não tenho bola de cristal!”, reclamou.

 

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