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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 28/01/2019

Parques públicos: espaços garantidos de lazer

O sol que brilhou forte durante os finais de semana do ano foi um convite da natureza para milhares de pessoas que lotaram os parques Frei José Monteiro Sobrinho, no Feira VII, e Erivaldo Cerqueira, nas Baraúnas. Grupos de amigos e familiares aproveitaram o tempo firme para fazer atividades ao ar livre. Ou simplesmente descansar sob as sombras das árvores. A diversão é garantida.

 

Os equipamentos públicos são boas opções de lazer para a família. Ambos são ideais para o descanso, a interatividade e a prática de esportes coletivos ou individuais. No Frei José Monteiro Sobrinho tem campo de futebol, quadra para vôlei de areia, uma moderna pista de skate, pistas para caminhada ou pedalada, quiosques e dezenas de árvores onde sob suas sombras os visitantes podem estender lençóis e esteiras. A fauna é das mais diversificadas.

 

No Geladinho, como também é conhecido o parque localizado nas Baraúnas, o visitante sempre é recebido por uma grande quantidade de aves – com destaque para os patos, e tem à disposição várias mesas para colocar as sacolas com as comidas levadas para o piquenique. Estes equipamentos, feitos com carreteis de madeira que acondicionam fios de cobre, foram colocados estrategicamente sob as árvores.

 

Os visitantes, principalmente os grupos familiares – cada vez mais presentes nos parques, chegam nas primeiras horas após a abertura dos portões. Querem e conseguem garantir lugar à sombra e a brisa que nunca deixa de soprar. São horas de lazer e descanso. Outros aproveitam para as caminhadas matinais ou no final da tarde. A pista tem cerca de 600 metros de extensão.

 

A quantidade de árvores que oferecem sombra aumentou muito – as plantadas cresceram e muitas delas foram retiradas da avenida Getúlio Vargas, quando da reestruturação do canteiro central e da construção do túnel no cruzamento com a avenida Maria Quitéria e replantadas nos parques.

 

Uma das atrações do local são os peixes gigantes da espécie tambaqui, que há mais de uma década foram soltos na lagoa. A grande maioria já passou de 15 quilos e se tornou alvo da curiosidade dos visitantes, que jogam comida no lago para vê-los emergir. Aves, como a arisca galinha d’água já se acostumaram com a presença humana e passaram a caminhar pelo parque à procura de alimentos.

 

Secom