Destaques

Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 01/03/2019

Pesquisa mostra que brasileiros confiam mais na Igreja do que na política

Service at Lakewood Church in Houston, where Pastor Joel Osteen preaches to some 25,000 people each week. There are currently 842 mega churches that host an excess of three million people on any given Sunday. Mega churches are loosely defined as non-Catholic churches with at least 2,000 weekly attendants. (Photo by Timothy Fadek/Corbis via Getty Images)

Uma pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT-MDA), a primeira realizada após a posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL), mostrou que os brasileiros confiam mais na Igreja do que nas instituições do governo e na política.

 

Os Bombeiros , que ocupava a primeira posição desde 2009, ficou na segunda posição nos índices de confiança das instituições.

 

As Forças Armadas, que ano passado encabeçavam a lista da confiança da população, ficou em terceiro lugar no ranking.

 

A pesquisa foi realizada entre os dias 21 a 23 de fevereiro com 2.002 pessoas em 137 municípios. A margem de erro é de 2.2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

 

A Igreja encabeça a primeira posição no índice de confiança nas instituições, com (34,3%), seguido pelo Corpo de Bombeiros com (19,7%), Forças Armadas (16,0% ), Justiça (9,8%), Polícia (4,1%) Imprensa (3,7%), Governo (2,4%) Congresso Nacional (1,0%) e por último os Partidos políticos (0,2%).

 

Saúde e educação

 

A pesquisa CNT/MDA indica discrepância entre as prioridades do governo Bolsonaro e o que os brasileiros consideram desafios do Brasil para a administração federal atual.

 

Segurança (34,4%), combate à corrupção (29,2%) e “economia” (14,3%), as três prioridades do mandato dos inquilinos do Palácio do Planalto, ficaram em segundo, quarto e sexto lugares, respectivamente.

 

No topo dos desafios ficou a saúde (42,3%), a educação vem em terceiro (31,6%) e o emprego em quinto, com 23,7%. O combate à pobreza, longe do programa do governo, é o sétimo desafio (13,3%).

 

Fonte: CNT, Amigo de Cristo e DCI