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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 22/07/2019

Prefeito cancela evento LGBT blasfemo contra a fé católica

O prefeito de Belo Horizonte (MG), Alexandre Kalil, cancelou a performance “Coroação de Nossa Senhora das Travestis”, que estava programada para acontecer neste sábado, 20, na capital mineira, após diversas manifestações de católicos.

 

Kalil anunciou o cancelamento através de sua conta no Twitter, logo após a divulgação de uma nota da Arquidiocese de Belo Horizonte condenando o evento blasfemo e exigindo que as autoridades suspendessem tal ato.

 

A performance “Coroação de Nossa Senhora das Travestis” estava prevista na programação LGBT da Virada Cultural de Belo Horizonte, que aconteceu nos dias 20 e 21 de julho, com eventos em diversos pontos da capital mineira.

 

Em sua nota de repúdio a este ato, a Arquidiocese mineira rebateu publicamente esta “ação preconceituosa e criminosa de desrespeito à fé cristã católica”.

 

Além disso, exigiu que “as autoridades competentes” suspendessem o evento, “por ser incontestável fomento ao preconceito e à discriminação, desrespeito aos valores da fé cristã católica, devendo saber que estão comprometendo, gravemente, a paz e o exigido relacionamento cidadão respeitoso”.

 

A Arquidiocese de BH convocou ainda “todos os católicos a se manifestarem, exigindo respeito e a suspensão imediata desta criminosa ação, um desrespeito”.

 

“Seja também acolhido o nosso pedido, protocolado junto a autoridades e instâncias competentes de defesa da verdade e da moralidade, das quais se espera o posicionamento legal e urgente, com a proibição desse ato abominável contra a fé cristã católica”, acrescentou.

 

Também na plataforma CitizenGo foi lançada uma petição on-line pedindo a anulação deste evento, ressaltando que esta performance se trata, “explicitamente, de um vilipêndio da fé católica e do sentimento religioso de inúmeros cristãos que reverenciam Nossa Senhora como Mãe de Jesus Cristo, além de ser um pecado gravíssimo que inclusive é previsto como crime no nosso Código Penal”.

 

Veja abaixo parte da apresentação criticada pelos católicos:

Fonte: ACI Digital