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Premiado em Brasília projeto feirense para mãe de bebê com microcefalia

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Premiado em Brasília, pelo 33º Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, o projeto feirense “Aconchego: Compartilhando Emoções e Experiências”, destinado às mães que durante a gestação contraíram a zika vírus e, supostamente por essa razão, deram à luz bebês com microcefalia. Executado pela Secretaria Municipal de Saúde, o projeto é desenvolvido em encontros realizados no auditório Dr. João Batista de Cerqueira. Atualmente, 56 mães estão envolvidas.

 

Essas mães trocam experiências, assistem a palestras com psicólogos e podem se informar da assistência e dos locais onde podem buscar atendimentos de saúde. O trabalho começou desde os primeiros casos diagnosticados de microcefalia associados com a Zika Vírus, no município.

 

O Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde ocorreu entre os dias 12 a 15 de julho, com a participação da secretária municipal de Saúde, Denise Mascarenhas, e da enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Maricélia Maia. Além de Feira, mais três trabalhos científicos de municípios da Bahia foram premiados, além de 32 trabalhos de várias regiões do Brasil.

 

Para a secretária feirense, é gratificante ter um projeto dessa magnitude sendo reconhecido nacionalmente: “O Congresso reúne secretarias de saúde de todo o país e são muitos os trabalhos apresentados. Não fazemos algo em busca de reconhecimento, mas por dever. No entanto, uma premiação é sempre um estímulo importante para a equipe”.

 

A enfermeira Maricélia Maia diz que o grupo trabalha no sentido de “empoderar essas mães”, bem como orienta-las para que busquem na rede os serviços que já estão articulados com a SMS, assegurando a essas crianças o atendimento oftalmológico, odontológico e de fisioterapia.

 

Os bebês com microcefalia são acompanhados no ambulatório da SMS pela infectologista da Viep, Normeide Pedreira. Segundo ela, todas as mães que tiveram a zika durante a gestação são orientadas a procurar o ambulatório, onde os bebês serão avaliados. Caso a criança não necessite do acompanhamento no ambulatório da SMS, ela será encaminhada para a Unidade de Saúde da Família da sua área de abrangência.

 

Secom

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