Versículo do dia
Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos).

‘Que Deus livre o Brasil dessa praga’, diz Malafaia ao repudiar o racismo

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O sequestro de pautas por parte da esquerda não é novidade na disputa política, e o pastor Silas Malafaia publicou um vídeo na esteira dos acontecimentos decorrentes da morte de George Floyd para alertar as pessoas sobre o oportunismo político.

No vídeo, o pastor enfatiza que o preconceito por raça é algo maligno: “Eu sou contra o racismo todo dia. E sabe como é que eu e você podemos ser contra o racismo todo dia? Com as nossas atitudes e denunciando quem é a favor dessa praga do inferno que distingue pessoas pela cor”.

Malafaia, sempre atento às ações dos movimentos de esquerda, destacou que há muito oportunismo no atual cenário, não apenas por parte dos vândalos que saqueiam comércios durante protestos, mas também por lideranças políticas e formadores de opinião.

“Eu não sou massa de manobra de rede social, nem de interesses políticos, nem de demagogia, usando os negros. Hoje todo mundo fala que é contra o racismo. 364 dias no ano não estão nem aí para os negros. Eu não vou entrar nesse jogo hipócrita, essa é que é a verdade”, disparou.

De maneira indireta, Malafaia lembrou que a sociedade brasileira, miscigenada, não tem o mesmo grau de racismo que se verifica nos Estados Unidos, e que trazer pautas para o Brasil sobre problemas dos norte-americanos não faz sentido: “Querem importar até nome em inglês do evento. Importar a cultura americana dessa praga do inferno para o Brasil. Isso é uma pouca vergonha. E olha aí, que já começaram a fazer uso político e a imprensa dizendo que é ato democrático. A coisa é séria, minha gente”.

“Que Deus livre o Brasil dessa praga, porque todo ser humano e criatura de Deus, independente da cor e da classe social. […] Querem manipular novamente, e ainda querem usar a violência, a baderna, a desordem como ato democrático”, finalizou.

Gospel +

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