Versículo do dia
Mas a vós, que ouvis, digo: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos aborrecem, bendizei os que vos maldizem e orai pelos que vos caluniam.

Ritual de ‘apedrejamento do diabo’ deixa mais de 450 muçulmanos mortos na Arábia Saudita

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1167604916-Pelo menos 453 pessoas morreram e 719 ficaram feridas nesta quinta-feira (24) em um tumulto durante um ritual de apedrejamento de demônios próximo à cidade sagrada de Meca, onde 3 milhões de pessoas participam do Hajj. As informações são da Defesa Civil da Arábia Saudita.

 

O número de mortos e feridos ainda pode aumentar, devido ao grande número de pessoas e o atendimento em curso, dizem as autoridades.

 

O incidente aconteceu na cidade de Mina, situada a poucos quilômetros de Meca, local onde muçulmanos permanecem hospedados pelos dias de duração do Hajj. De acordo com os preceitos do Islã, o ritual é obrigatório pelo menos uma vez na vida, para todo o muçulmano adulto. Cerca de dois milhões de pessoas de todos os pontos do planeta realizam o Hajj anualmente.

 

Segundo a rede CNN, o tumulto aconteceu durante o ritual de apedrejamento do diabo, que em outros anos já causou incidentes com centenas de mortos. Nele, a multidão atira pedras em três pilares que representam divindades dos tempos pré-islâmicos, em uma reencenação de quando o profeta Abraão apedrejou o demônio e rejeitou suas tentações, de acordo com as tradições muçulmanas.

 

Até o momento não foram divulgados os motivos que provocaram a correria. No entanto, a cerimônia já foi palco de outros tumultos e centenas de mortes nas décadas de 1980 e 1990, já que para acessá-la, os peregrinos precisam passar por um gargalo lotado que leva aos pequenos pilares. Em 2006, um tumulto no local causou a morte de 363 pessoas.

 

Depois dos incidentes, o governo saudita ergueu três grandes e uma ponte de cinco andares que custaram U$ 1,2 bilhão, em uma tentativa de um ambiente mais espaçoso para os fiéis.

 

De acordo com a Defesa Civil, seis equipes de emergência prestam os primeiros socorros aos feridos no local da tragédia e orientam os peregrinos para “rotas alternativas”.

 

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