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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 16/08/2018

Sem shows, agronegócio e tecnologia serão destaques da Exporfeira 2018

Que a Expofeira 2018 não terá atrações musicais isso todo mundo já sabe. Contudo sem o atrativo que há anos complementa programação, o agronegócio e as tecnologias terão foco total e consequentemente terão um destaque maior no evento este ano. De acordo com o secretário de Agricultura, Joedilson Freitas, a expectativa é que os negócios atinjam pelo menos o mesmo valor do ano passado, R$7 milhões. Sendo assim, o secretário afirma que o evento voltará aos objetivos iniciais. “Este ano a Expofeira será um divisor de águas! Por determinação do prefeito não haverá os shows artísticos. Então com essa vertente a gente percebe que a Expofeira hoje tem que voltar para o foco inicial dela, que é o agronegócio”, relata.

 

Para o público que não vai comprar nem vender, a Secretaria de Agricultura em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), Confederação Nacional de Agricultura (CNA) e a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) estão preparando um leque de atrações como cursos e apresentações de tecnologias para quem vai visitar a Exporfeira. “Entramos em contato coma CNA para que a gente possa trazer mais cursos voltados para o agronegócio no nosso município. O SEBRAE também é parceiro nosso com relação a essa questão de trazer tecnologias. A UEFS também está trazendo novas tecnologias, novas perspectivas de como o homem do campo pode fazer para girar a economia, na propriedade rural. Então com essa concepção nós vamos fazer uma exposição voltada para o agronegócio”, informa.

 

Mesmo com muitas pessoas achando que o número de público será reduzido por conta da ausência dos shows, o secretário acredita que o público que se direcionava até o Parque de Exposição João Martins Silva, preferia conferir as tecnologias, os julgamentos dos animais, participar de leilões, dos team penning, e que os shows eram apenas um detalhe que complementava a grade de atrações. “O que não vamos ter mais é aquele público amante das músicas e dos grandes shows. A Exporfeira por ser um grande misto acabava absorvendo todo esse tipo de pessoas durante a exposição. Se vai ter uma diminuição de público nós não sabemos isso, só vai ser avaliado durante a festa”, cita.

 

Sobre a polêmica de interdição da entrada do Parque de Exposição, o secretário disse que já existe diálogo com os órgãos competentes. “Nós ainda estamos em negociação com a Polícia Rodoviária Federal, Via Bahia e Justiça. Estamos fazendo algumas reuniões porque isso são etapas, estamos vencendo etapas, precisamos fazer um projeto de fluxo de tráfico, então com isso nós entramos em contato com a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER) que é uma parceira que já fez esse fluxo, quando fez aquela alça do viaduto pela BR-324. Dentro desse contexto estamos chamando as entidades envolvidas na Exporfeira, para que a gente possa nesta semana ou na outra definir se vamos fazer com os mesmos moldes da Expofeira que fazemos há 50 anos”, informa.

 

Folha do Estado