Destaques

Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 12/04/2019

Silas Malafaia promove almoço entre Jair Bolsonaro e pastores

Mais de 100 pastores de diferentes denominações do Brasil se reuniram, na tarde desta quinta-feira (11), em um hotel da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

 

Os líderes, que participam do Congresso do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb) 2019, almoçaram com o pastor Silas Malafaia e o presidente Jair Bolsonaro.

 

Além de alguns deputados, também estiveram presentes o governador e o vice-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel e Cláudio Castro; os senadores Marcos Rogério (DEM-RO), Vanderlan Cardoso (PP-GO) e Zequinha Marinho (PSC-PA); o juiz Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF); e Davi Alcolumbre, presidente do Congresso Nacional.

 

Responsável pela abertura do congresso, o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), destacou a importância da presença de parte da liderança evangélica no almoço.

 

– A igreja evangélica brasileira não tem líder máximo. É marcada por várias lideranças independentes e fortes. Todos vieram aqui, não pelo Silas Malafaia. Todos têm o desejo de ver o Brasil melhor. Todos vieram aqui para dar apoio ao presidente.

 

Vindo da capital mineira, o pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, expressou seu contentamento em poder participar de um momento tão importante, não só para os evangélicos, mas para todo o país.

 

– Nunca aconteceu de o presidente ter a oportunidade de contar com uma cobertura espiritual. A compreensão que temos é o mandamento do Senhor de orar pelas nossas autoridades e a autoridade maior no nosso país é ele. Se o presidente Jair Bolsonaro tem uma consciência de que um grupo de pastores ora por ele, então ele tem a iluminação do Espírito Santo para tomar as decisões.

 

Já o pastor Claudio Duarte, do Projeto Recomeçar, em Xerém (RJ), destacou a importância em estabelecer um nível de influência e ter acesso ao presidente da República. Ele acredita que, de forma moderada, religião e política podem chegar a um equilíbrio.

 

– Não estamos querendo estabelecer a religião na política, nós entendemos que o Estado é laico, mas demonstra a força e o poder da Igreja, algo que outrora havia sido negligenciado. A política está aí com o propósito de atender a todos. Vejo uma forma bem produtiva esse equilíbrio onde a influência vai entrando de uma forma paulatina.

 

 

Folha Gospel