Técnico do Chelsea, José Mourinho diz que ora a Deus diariamente, mas nunca fala sobre futebol

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on google
Google+
Share on whatsapp
WhatsApp

Jose Mourinho at a Chelsea press conferenceO português José Mourinho, técnico do Chelsea (Inglaterra) falou sobre sua fé cristã e destacou que nunca ora a Deus para falar de futebol.

 

Aos 52 anos, o ex-jogador é considerado um dos maiores treinadores de futebol de todos os tempos, e disse que é um homem verdadeiramente religioso: “Isso está totalmente claro. Todos os dias eu oro, todos os dias eu falo com Ele”.

 

Devido à rotina profissional, Mourinho destaca que não tem possibilidade de estar na igreja com frequência, mas isso não o impede de estreitar seu relacionamento com Deus: “Eu não vou à igreja todos os dias, nem mesmo a cada semana. Eu vou quando eu sinto que eu preciso. E quando estou em Portugal, eu sempre vou”, explicou o treinador em entrevista ao jornal Telegraph.

 

Em suas orações, Mourinho diz que conversa com Deus sobre sua família, filhos, esposa, pais e uma boa vida com os parentes: “Mas eu posso dizer que a realidade é que eles nunca vão à igreja para conversar com Ele sobre futebol. Nunca!”, orgulha-se.

 

Ele e sua esposa, Tami, apoiam um programa católico de alimentos em Setúbal, Portugal, mas a razão da caridade da família Mourinho não é a autopromoção: “Nós temos um princípio. É que o que fazemos não é para que as pessoas saibam, ou para promover o nosso perfil. Fazemo-lo porque podemos e queremos que as nossas crianças entendam como somos privilegiados por entender que outras pessoas precisam de apoio”, disse.

 

O primeiro trabalho de Mourinho foi dar aulas a crianças com síndrome de Down e deficiência mental. Depois disso, aos 16 anos, foi treinar futebol e tornou-se jogador. Agora técnico.

 

“Hoje eu treino os melhores jogadores do mundo, e o mais importante é que você esteja preparado a partir de um ponto de vista técnico, o mais importante é a relação que se estabelece com a pessoa. É claro que eu preciso do conhecimento, a capacidade de analisar as coisas. Mas o centro de tudo é o relacionamento e empatia, não só com o indivíduo, mas com a equipe”, concluiu.

 

Gospel +

OUTRAS NOTÍCIAS