Destaques

Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 18/09/2018

Testemunho de missionário torturado várias vezes na China ainda comove multidões

O testemunho de Liu Zhenying pode ser contado e recontado centenas de vezes ao longo dos anos, porque a profundidade dos seus detalhes e capacidade de inspiração continua impactando a vida de milhões de pessoas ao redor do planeta.

 

Mais conhecido simplesmente como “Irmão Yoon”, um apelido carinhoso que teve como um dos objetivos esconder a sua verdadeira identidade, Liu possui um testemunho marcante que até hoje é uma das maiores referências de resistência contra a perseguição religiosa por causa da fé cristã.

 

O Irmão Yoon contou sua história no livro The Heavenly Man (Edições Piquant e Monarch Books), traduzido em português brasileiro como “O Homem do Céu” (disponível em PDF). A obra foi traduzida para mais de 30 idiomas e se tornou um best-seller mundial, já tendo vendido cerca de 800 mil cópias.

 

Os registros contam que aos 17 anos o Irmão Yoon já arrastava milhares de jovens para Cristo com seu testemunho de fé. Isso lhe tornou alvo de perseguição religiosa dos agentes comunistas chineses, em 1984, quando foi preso e torturado seguidamente, com eletrochoques e ácido inserido com agulhas em suas unhas.

 

“Eles queriam que eu revelasse nomes de colegas de trabalho e locais de reunião”, disse Yoon ao portal Charisma News. “Com agulhas grossas, eles espremeram ácidos sob minhas unhas e eu desmaiei da dor. Acordei e não lhes disse nada”.

 

O irmão Yoon foi libertado da prisão quatro anos depois, mas continuou vigiado constantemente e acabou preso novamente, passando por novas sessões de tortura. O objetivo dos oficiais comunistas era descobrir a forma de organização dos cristãos, por isso mantinham Yoon vivo.

 

O Irmão só conseguiu escapar do regime comunista chinês em 1997, quando levou o seu testemunho para o mundo. Em seu livro e ministrações ele explica que o sofrimento lhe produziu força e uma fé ainda mais forte, de modo que podia sentir Cristo durante os momentos de tortura.

 

“Mesmo que Deus não tenha dito uma palavra para mim, não importa o quanto eu tenha chorado; mesmo que Deus não tenha me libertado imediatamente da dor e do terror, eu entendi que Ele estava lá”, conta ele.

 

 

Gospel +