Destaques

Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 07/01/2019

Testemunho: líder de gangue se converteu na prisão

Líder de gangue, violento, defensor de causa supremacista, marcado com 187 tatuagens no corpo, condenado a 26 anos de prisão. Estas eram algumas das características que faziam de Mathew Durkin um “mostro”, como ele mesmo se autodenominava.

 

Mergulhado em uma vida de crimes, Mathew começa a ter sua história transformada quando conhece Jesus na prisão, após ser evangelizado. “Era como se o Espírito Santo estivesse falando comigo”, testemunha.

 

Quando estava com 16 anos, a mãe de Mathew foi assassinada, tragédia que contribuiu para que o jovem se entregasse ao mundo do crime e da violência.

 

“Eu não queria lidar com a dor. Ela era minha melhor amiga”, explica Mathew, que se revoltou contra aquela perda e começou a se envolver com as piores pessoas de sua comunidade.

 

Pouco tempo depois, o jovem estaria mergulhado nas drogas. Sem pensar no futuro, abandonou a escola, jogando fora duas bolsas de estudo que lhe garantiam praticar beisebol. Logo Mathew seria um homem perigoso. “Eu era considerado um dos piores dos piores no estado de Ohio”, lembra.

 

Chance de transformação

 

Por causa da vida criminosa com a qual se envolveu, Mathew foi condenado a três anos e meio de prisão por tráfico de drogas. “Mas acabei pegando 26 anos seguidos porque, enquanto estava na prisão, juntei-me a um grupo de supremacia branca, chamado Irmandade Ariana”, conta.

 

Mathew passou a liderar aquela gangue, formada na década de 1960 e ainda considerada uma das mais antigas e mortíferas do país. Ele conta que antes de ser o líder sofreu uma espécie de lavagem cerebral, que o fez acreditar na causa da raça branca. “Eu comecei como um soldado e trabalhei até me tornar o chefe deles”, explica.

 
Folha Gospel