Vamos aguardar que o Governo do Estado reduza a cobrança desses impostos”, afirma Edvaldo Lima sobre impostos estaduais cobrados sobre combustíveis

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“Trago para o debate um tema que todos nós estamos sendo atingidos: o aumento na cobrança dos impostos estaduais cobrados sobre os combustíveis, que a população brasileira já não suporta mais. Vamos aguardar que o Governo do Estado reduza a cobrança desses impostos”. A afirmação é do vereador Edvaldo Lima (MDB), durante discurso na Câmara nesta terça (25).

O pronunciamento do parlamentar diz respeito ao aumento na cobrança de impostos como o ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação) sobre os combustíveis. Ele destaca que o aumento na cobrança dos impostos não é proposto pelo Governo Federal , pois a alíquota deste sobre os combustíveis é de 3%, mas, sim, pelos estados, que cobram, somente sobre o óleo diesel, uma alíquota de 18%, em média.

“Já sobre o etanol, a alíquota cobrada é de 19% e, sobre a gasolina, a cobrança do imposto é de 28%. Isso é uma cobrança feita pelos governadores do Estado e, aqui na Bahia, o governador (Rui Costa) é o que mais tem fome de impostos. Durma com um barulho desses; durma com essa sangria dos governadores dos Estados em cima da população”, disse.

Segundo Edvaldo Lima, haverá na Bahia, a partir do dia 1º de junho, um aumento do ICMS sobre os combustíveis, decretado pelo governador da Bahia. “Vamos aguardar que o governador recue quanto a este aumento. Aqui nós temos o presidente desta Casa que é empresário do ramo. A população e o empresariado de postos de combustíveis são os mais prejudicados com esses aumentos”, destacou.

E continuou: “Quando aumenta o valor da gasolina, do óleo diesel e do álcool, vocês, presidentes, que são empresários, sofrem porque isso afeta a renda da população, e esta reduz suas viagens e o uso dos seus automóveis. Sai do orçamento, e as pessoas têm que andar de carona ou de moto, porque a despesa é menor”.

Portal Cidade Gospel, com informações da Ascom

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