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Vereador volta a falar sobre a ação dos guinchos em Feira

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59bb68659d36cffb2ee033daf1d3684fDurante seu tempo no grande expediente da sessão ordinária desta quarta-feira (04), na Casa da Cidadania, o vereador Ewerton Carneiro, Tom (PTN), voltou a falar sobre a quantidade de veículos que são apreendidos pelos guinchos em Feira de Santana. O edil garantiu que entrará com uma ação no Ministério Público para saber o destino do dinheiro arrecadado com essas apreensões.

 

“Esses dias colhi informações sobre o que os guinchos estão fazendo em Feira de Santana. Quando a Polícia Militar fazia as apreensões era os próprios policiais que conduziam os veículos até o pátio, agora são os guinchos. E o que me deixou mais indignado foi saber que os proprietários de veículos apreendidos na avenida de Contorno, próximo ao pátio, são obrigados a pagar os mesmos R$ 280,00. Eu não vou me calar aqui. Quero descobrir quem é o dono dessa fábrica de fazer dinheiro e para onde vai tudo que é arrecadado com estas apreensões. Vou entrar com uma ação no Ministério Público, porque estão agindo com falta de compromisso com o povo”, garantiu Tom.

 

O edil disse ainda que irá se aprofundar no assunto. “Eu não vou para de me aprofundar no assunto. Quero saber de onde vem a ordem de obrigar a PM a fazer as blitze e lotar os guinchos. Alguém do Governo do Estado implantou isso e esta Casa também não pode se calar. E tem mais: quando um veículo é apreendido, não pode ser liberado no mesmo dia. Tem que pagar diária. Se fizermos uma conta rápida, quanto não se arrecada com mais de dez carros ou motos em cima do guincho, por várias vezes no dia e por vários dias?”, questionou.

 

Em aparte, o vereador Beldes Ramos (PT) sugeriu ao colega que esta apuração se estenda também ao guincho que assiste à SMTT. Já Pablo Roberto (PMDB) pediu que fosse cobrado de Rui Costa (PT) resposta para o ofício encaminhado ao governador solicitando esclarecimentos sobre o dinheiro arrecadado com as diárias dos veículos apreendidos.

 

De volta com a palavra, Tom garantiu que não está se manifestando contra a realização de blitz, e sim contra a maneira como acontece a apreensão dos veículos

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As informações são da Ascom.

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