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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 25/04/2016

Revista de bolsas para entrar no HGCA será obrigatória

revista de bolsa

A direção do Hospital Geral Clériston Andrade tornou obrigatória a revista de bolsas e pertencentes para adentrar na unidade hospitalar. A medida foi tomada após o paciente Guilherme Breno Costa ser flagrado com um revólver embaixo do travesseiro, enquanto estava internado na unidade. O diretor do hospital, José Carlos Pitangueiras, informou que a medida já está sendo colocada em prática.

 

“Já começou a valer e estamos protegendo os nossos funcionários e nossos pacientes porque todo mundo sabe que já houve uma situação desagradável aqui dentro, inclusive achamos revólver debaixo do travesseiro de um paciente. Todo meliante quando entra no hospital é considerado como paciente, não temos nada a ver com o problema dele criminal, isso é problema da polícia”, explicou.

 

Pitangueiras é enfático ao dizer que todos passarão pelo procedimento e quem não quiser passar por isso, não deve trazer bolsas e/ou sacolas para a unidade.

 

O diretor do HGCA ressalta que todas as unidades hospitalares na Bahia têm adotado essa medida. “Todos os hospitais da Bahia têm, às vezes não se cumpre, mas em Feira de Santana, a violência que ocorre aqui dentro, a invasão de gente para dar tiros”, pontuou.

 
Quanto ao paciente que foi flagrada com revólver embaixo do travesseiro, José Carlos Pitangueiras explica que o ocorrido foi na madrugada e que deve ter sido feita uma denúncia. “Ele estava aqui como paciente, ninguém sabia a situação dele. E a polícia fez uma correção, deve ter tido alguma denúncia, foi de madrugada, e após ter sido feita a denúncia, a arma foi achada”, informou.

 

Sobre a questão da segurança dentro da unidade, o diretor admitiu que nem mesmo as câmeras de segurança funcionam em sua totalidade. “Nossas câmeras nem todas funcionam, porque às vezes quando chove, essa parte da fiação vai ficando ruim, vamos ter que primeiro rever as câmeras para depois detector de metais”, disse, salientando que nem mesmo os hospitais particulares da cidade têm detectores de metais, em sua entrada.
Pitangueiras ressaltou que as autoridades de polícia, tanto militar quanto civil, já foram comunicadas da decisão.

 

FONTE: Bom dia Feira