Vereador Edvaldo Lima diz que não vai tomar vacina da China; saiba os motivos

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Foto divulgação

O anúncio do início da vacinação contra o coronavírus no país fez muita gente ficar com receio de se imunizar por causa da origem chinesa da vacina. Até provar o contrário, esse temor se baseia apenas na xenofobia contra asiáticos que ocorre desde o começo da pandemia.

“A vacina não tem que ser obrigatória, mas tem que ser convencida. Na Prefeitura, só vai assumir cargo quem apresentar certificado de vacinação. No Exército, se você chegar lá sem vacina, você não entra, também será assim na instituição municipal ”, declarou  o prefeito Colbert Martins.

Já o  vereador Edvaldo Lima (MDB), disse que não tomará a vacina e criticou a obrigatoriedade da imunização. A declaração ocorreu durante uma entrevista, após sua posse na Câmara Municipal em Feira de Santana.

O edil concorda que a situação no munido é complicada, porém discorda do período curto de testes e não acredita na vacina onde surgiu o vírus. O vereador frisou que vai aguardar uma vacina mais confiável e que vai seguir o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro.

O Brasil vai pagar bilhões e a fabricante diz que não se responsabiliza por efeitos colaterais, tais questionemos são intensos nas redes sociais.
“A vacina da China eu não tomo, eu vou esperar as autoridades de São Paulo e do Supremo Tribunal Federal que tome primeiro’’, explicou o pastor evangélico.

Pesquisa

Tal postura é cada vez mais frequente entre os brasileiros, de acordo com o instituto Datafolha.Uma pesquisa feita no início de dezembro aponta que 22% dizem que não vão se vacinar. Em agosto, eram 9%. Nas duas pesquisas, a maioria disse que pretende tomar a vacina, mas o percentual caiu de 89% para 73%.

Efeitos colaterais

Em novembro a BBC divulgou o entusiasmo da comunidade científica sobre a vacina desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech que atingiu os 95% de eficácia, não causou efeitos colaterais preocupantes.

Resultados da Coronavac

Segundo dados divulgados pelo Governo de SP, só foram percebidos efeitos adversos de grau baixo em 5,3% daqueles que foram imunizados, sendo os mais frequentes dores leves no local da aplicação (3%), fadiga (1,5%) e febre moderada (0,2%).

Portal Cidade Gospel

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