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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 29/01/2020

Imóveis vazios do ‘Minha Casa’ podem ser ocupados por desabrigados pela chuva

O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins anunciou na última segunda-feira (27) que iria a Brasília solicitar liberação de casas vazias do programa Minha Casa, Minha Vida localizadas no município, para entregar as pessoas que estão desabrigadas. De acordo com o gestor, essa é uma das soluções para as 25 famílias tiveram casas com problemas grandes durantes às chuvas.
“Já estou em contato com a Caixa Econômica Federal para podermos ver a condição dessas casas que foram construídas em cima de drenagem para serem removidas, e ser substituída pelas casas do Minha Casa Minha Vida. Com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, vamos conversar sobre como vai ser feita a drenagem, pois é preciso buscar recursos e dinheiro nacional”, explica Colbert.
A ideia dessa medida veio após o município ter decretado situação de emergência em virtude das chuvas que caíram. Segundo ele, 25 famílias tiveram casas com problemas grandes e a Prefeitura está oferecendo aluguel social, enxovais e alimentos.
Outras cerca de 50 famílias, conforme informou, tiveram perdas de eletrodomésticos, além disso, algumas casas estão rachadas e úmidas e não apresentam condições de morar. “Estou aguardando as condições aqui, a resposta da Caixa e do ministro, porque aluguel social temos condições de pagar, assim como alimentação, enxoval, mas as pessoas que permanecem morando em área de drenagem precisam dessa alternativa. Já aconteceu em outros estados de pessoas com risco de segurança poderem habitar o MCMV”, conta.
O principal passo é uma possível conversa com representantes da Caixa Econômica Federal, para decidir se a medida é legal e como será os tramites para a habitação dessas pessoas. “Vamos conversar com quem é a responsável pelo programa, então vamos conversar com o presidente da Caixa. Pode ser se nós justificarmos a necessidade que temos de essas pessoas não permanecer nessas áreas de risco. Então estamos levando em consideração a opinião da Caixa, pois não podemos tirar as casas e nós não temos para outro lugar. De repente há uma alteração que possa garantir a moradia a essas pessoas que estão em risco”, diz o prefeito sobre o encontro que ainda não possui data.

 

 

Folha do Estado